Filosofia Churrasquinho de Gato


22/04/2011


Brevemente o Documentário Churrasquinho de Gato 2: Rumo ao fim do infinito.

 

Pedro Eduardo

Escrito por Tabajara às 21h55
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06/07/2009


“O ser churrasquinho de gato e o Nietsche”

 

Escrever, pensar, criar sem o elemento puro de referência são as ruínas por onde caminhamos com nossos textos. “Devemos” beber a água dos churrasquinho de gato puro; puro por não ter passado pela alfabetização das doutrinas que gerenciam a história do ocidente. É chegada a hora dos que não tem nada porque a elite intelectual, econômica, social e geográfica sente a explosão.

A loucura de Nietsche foi não ter suportado o peso do ser churrasquinho. O centro na loucura do filósofo explodiu em mil pedaços; mil pedaços que se transformam em outros mil pedaços. A periferia, casa do ser churrasquinhês, tem milhares de seres humanos fazendo procissões cotidianas, criando e recriando novos mundos (a mais bela ironia da história). Hoje o maior o patrimônio da humanidade está entrelaçado dentro do ser churrasquinhês. Um ser, a exemplo do sol, está sempre explodindo, explodindo e explodindo.

 

Pedro Eduardo.

Escrito por Tabajara às 12h27
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30/06/2009


Os grandes foruns

 

            Mini-forum de liberdade, laboratório de porra nenhuma, já que as dimensões do tempo e do espaço não podem conter a aleatoriedade dos assuntos e coisas presentes, a mesa de bar é, contudo, a extensão da privada, WC, banheiro, “miquitório”. Hic..., porra!, o que eu queria falar mesmo?

            Hum..., hum....., enquanto seu lobo não vem..., como tava dizendo é o estar presente, o aqui e agora, a existência. Imagina, leitor, que nela houve quem elegesse Jesus como o patrono dos papudinhos. Porra, foi uma cagada geral, que até agora está rendendo e parece que não tem como acabar.

            - Lula, fala alguma coisa aí!

            - Nunca na história deste país....

            - Para, para, política profissional agora, não! Gritou a assembléia.

            Porra, é foda organizar a ideia aonde nada é nada e tudo é tentativa de ser. É isso, lembrei!    As grandes discussões nascidas na mesa de bar.

            Talvez a humanidade esteja começando a se autoperceber como tal, pois os grandes fóruns nascidos na mesa de bar denotam o desejo de materialização do ser que flui da informação, afinal, estamos na era informação, onde a humanidade produz e se reproduz a partir do que informa.

            Ora. - O Mike...!Oh, o Mike....! O Mike..... não morreu, comenta alguém na mesa ao lado. Até na morte tentam dizer que o ser existe. É muita vontade de ser, de existir, né mesmo?

            Mas como ia dizendo, ora, se estamos na era da informação antropologicamente somos, então, o homo informatium que tenta se materializar a partir da condensação de informações - o que, de certa maneira, ocorre quando alguém se destaca como líder dos grandes fóruns surgidos das mesas de bar, porque nelas existem (?) a essência do ser.

            Os grandes fóruns são para mudar a realidade ou a nós mesmos? Para construir a realidade ou a humanidade? Ou para servir apenas a alguém? De qualquer forma, seria interessantíssimo colocar nos grandes debates a natureza que não está nem aí para a mesa de plástico e outras coisas do bar, mas, sim, para a cagada – algo biodegradável – feita pelos participantes, e não participantes, dos referidos eventos.

            Afinal, se o suposto objetivo dos grandes fóruns é existir, logo, desejo de viver, nada melhor do que discutir a natureza, que abarca tudo, sobretudo a merda que lhe serve para adubo, posto que a vida é bela, embora as relações sociais no seu interior possam ser escrotas. Peraí, preciso ir ao banheiro.....

 

Luiz Mário de Melo e Silva.

Coord. do Fórum em Defesa do Meio Ambiente de Icoaraci.

Escrito por Tabajara às 11h37
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19/05/2009


Fórum Mundial “Churrasquinho de Gato”

Por uma proposta de solução para a crise mundial

 

O mundo atual propaga a “crise” em todos os recursos de mídia. Propagação esta que no fundo serve apenas para esconder o verdadeiro sentido da crise.

A concepção de humanidade experimentada ao longo dos séculos, baseada no acúmulo de riqueza – produto de interferências exageradas nos fenômenos naturais – estão levando as condições que mantém a vida em direção ao seu fim. Mesmo com todas as criações virtuais não conseguimos eliminar a sentença real que as condições que mantém a vida no planeta são esgotáveis e uma vez esgotando as possibilidades de existência humana, adeus humanidade, foi bom o quanto durou. Restará apenas o “mundo ideal” criando por Platão. Mas o que é o mundo ideal sem o mundo sensível.

Ao longo dessa “experimentação suicida”, baseada na produção de riqueza e o acúmulo exagerado dessa riqueza por uma minoria, foi-se criando o mundo dos refugiados, pobres, analfabetos, em outras palavras o mundo do churrasquinho de gato. Na periferia desse centro (europeu, branco e judaico-cristão) que está bem perto de explodir como uma bomba atômica está o mundo churrasquinho de gato, excluído dos valores produzidos pelo centro criando um mundo novo que ironicamente propõe uma verdadeira solução para crise apocalíptica que assola a humanidade. O churrasquinho de gato está em todos os espaços: África, Palestina, periferia dos Estados Unidos, Brasil, Índia, China, Afeganistão, França e Tibet.  Aqui nasce o debate do 1º Fórum Mundial Churrasquinho de Gato, propondo um novo mundo baseado na escassez, solidariedade, equilíbrio no caos e um diálogo com o hoje de forma mais sincera.

 

O Fórum Mundial de Churrasquinho de Gato aconteceu sob grandes expectativas do público e dos envolvidos diretamente no evento. Iniciou-se as 20h com Hino Nacional Brasileiro e o Hino do Estado do Pará, os espectadores cantaram emocionados o hino da mãe pátria demonstrando o quanto a sociedade churrasquinho é patriótica, mesmo sendo consciente de que é uma sociedade além das fronteiras, regida não por uma bandeira somente, e sim, por um ideal, o ideal Churrasquinho de Gato.

 

 

Foto: Execução do Hino Nacional Brasileiro

 

Foto: Churrasqueira sustentável

Escrito por Tabajara às 19h38
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O primeiro palestrante, Professor Pedro Eduardo, introduziu as atividades do Fórum Mundial de Churrasquinho de Gato relacionando a pobreza, escassez, sacanagem avacalhação ao Churrasquinho de Gato, porém, de forma contundente acertou sobre a certeza churrasquinhesca de que tudo é igual, mas é diferente. Tendo em vista que todos somos fruto de uma lendária escassez, de que somos um mamífero incompleto, muito a quem dos morcegos que dormem de cabeça pra baixo, e são mamíferos. Somos ainda um resquício dos dinossauros que pulavam alto, caçavam, comiam e eram temidos por suas presas. Somos uma sobra mal distribuída do equilíbrio da natureza, um equinócio distorcido pela difração da luz perdida nos buracos negros. Imagine tudo isso como sendo nossa sociedade. O churrasquinho de gato está a margem desse putrefato processo, não por ser superior, mas por ser sustentável. Por estar além das baleias que são grandes demais pra sair numa noite de domingo a praça comer um churrasquinho, ou ainda, o churrasquinho é maior que os conflitos agrários, ou por que não dizer, nucleares, protagonizados pelos próprios homens – deve ser ressaltado que estes não fazem parte da estrutura ideológica do churrasquinho – somos o que há de melhor por que somos piores demais para sermos contestados e esta foi nossa fonte de sobrevivência. Não fomos notados, portanto tivemos tempo suficiente para elaborar a maior teoria já elaborada por mentes inferiormente superiores as que se conhecem como superiormente inferiores.

 


Foto: Pedro Eduardo mostrando o troféu Churrasquinho de Gato

 

Este fórum foi um pequeno ponto na imensidão infinita de idéias que se propõem a salvar o mundo, porém temos um diferencial, somos condizentes o suficiente para levar a teoria a cabo e para elevar a teoria ao nível do discutível na comunidade científica. Estamos completamente corretos? O tempo dirá, mas hoje somos o que há de melhor.

Desde a crise de 1929, cuja finalidade até hoje é duvidável, pois sabemos que se tratou de uma manipulação por forças superiores do mercado acionista americano, ainda não havia se visto uma outra crise tão elevada, até o segundo semestre de 2008, onde sob muitas especulações o mundo entrou em colapso econômico. Do outro lado da sarjeta estava a sociedade churrasquinho, consumindo cada vez mais evoluída e crescendo cada vez mais, até que chegou ao ponto de se tornar notável e por fim, plausível, conforme explanou o segundo palestrante, Tabajara, em que sintetizou a teoria do caos determinístico de Eduard Lorenz o churrasquinho de gato. Conforme mostra o gráfico abaixo, uma comparação da curva do mercado em crise e a curva de demanda do churrasquinho de gato, temos que na somatória das curvas o mercado em crise, no médio prazo, assume um comportamento de crescimento parabólico, ou seja, pela teoria do caos na qual uma pequena ação hoje causa grandes alterações no equilíbrio natural das coisas no futuro, entendemos que o crescimento de demanda do churrasquinho pode salvar o mercado em crise em poucos anos.

 

 

Gráfico: Comparação da curva de declínio do mercado com o crescimento da demanda da sociedade Churrasquinho de Gato.

 

 

 

Foto: Tabajara demonstrando a aplicação da teoria do caos no Churrasquinho de Gato

Escrito por Tabajara às 19h35
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O mestre de cerimônias foi homenageado com o premio máximo do Churrasquinho de Gato (Churrasquinho de Ouro) pelo conjunto de sua obra dentro da proposta churrasquinho de gato. Deve-se ressaltar que o prêmio foi confeccionado com produtos totalmente reciclados e entregue apenas aqueles que o mereciam por conta de sua luta em prol da cultura, das artes, da educação ou simplesmente pela sobrevivência em meio a tantas adversidades impostas pelo sistema. O ator Mouse Ribeiro (dono do personagem Palhaço Pingo) recebeu sob aplausos de uma platéia emocionada. Em seu discurso, com pouca dicção e trejeitos típicos de um palhaço que ri e faz rir das adversidades e recria com a matéria do riso a esperança dos que aprenderam a sobreviver da escassez.

 

 

Foto: Mouse fazendo a performance do Sapo Tinoco

               

Outra performance do teatro Çarará foi também um prêmio dado ao público, encenando o espetáculo intitulado “Jogo da Vida”, usando como ferramenta dramatúrgica o teatro do oprimido de Augusto Booal, a capoeira, o carimbo e as brincadeiras de roda recriando o texto bíblico do gênese.

 

 

Foto: Lançamento da Revista Balcão Izabelense

 

Um dos pontos altos do altíssimo espetáculo foi o lançamento da revista do caricaturista F. Pontes (Capachão). Uma revista altamente psicodélica, alternativa (merchandising), e que também é da filosofia Churrasquinho porque foi feita sob muitas complexidades, Capachão se viu obrigado a pôr a pastinha de baixo do sovaco, vestir a roupa de domingo e pegar trecho tentando captar recurso (pidão também, como todos nós). Estamos aguardando o segundo número da Revista Balcão Izabelense – se não sair vamos pra porrada com a Secretaria de Cultura.

 

O fórum encerrou com a apresentação do artista local, e também homenageado com o troféu Churrasquinho de Ouro, Tiaguinho, que cantou e se fez cantar pelo o público presente. Todos dançaram ao som da música de periferia sertanejo-melosa copiosamente executada por Tiaguinho.

 

 

Foto: Tiaguinho cantando para o público do Fórum Mundial de Churrasquinho de Gato

 

O Fórum Mundial de Churrasquinho de Gato passou e por enquanto nada mudou, somente as brasas da churrasqueira sustentável que se extinguiu e a chuva que prometeu mais não caiu. Não temos esperança de mudança, pois não somos tolos, mas continuaremos fazendo mais brasas se acenderem, e mais cantores de periferia aparecerem e mais artistas, cientistas, políticos, economistas sempre reinventando o instante.

 

Churrasquinhos de Gato do mundo todo, uni-vos!!

Escrito por Tabajara às 13h31
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Ficha Técnica

Nego Lu – Assador de churrasquinho

Levi – Com a camisa do Che-Guevara branca de sempre

Mouse – Ganhou um troféu e falou do inicio ao fim

Pedro Eduardo – Carregador, organizador, peão, braçal, motorista, captador de recurso (pidão).

Tabajara – Deu uma palestra que só ele viu, ouviu e debateu e foi até o final

Ozi – Não tocou violão, pois estava protestando, mas comeu o churrasquinho

Bitencourt – Filmou com a câmera desligada

Jean – Também

Marlus – Tocou a flautinha da caminhada

Valter – A lenda

Tiaguinho – Cantou

Çarará: Tiago, Kelly Piripaque, Carol (com K), Evellin, Valdir, Nego Lu.

Assunção – Temperou os 55 espetinhos de churrasco

Maria – Temperou também

Tabita – Emprestou a câmera

 

Colaboradores:

Franciel, Rosa, Valéria, Deisy, Ronilson Pissíca, Rildo, Meu Velho, Edílson, Profª Nazaré, e todos os que contribuíram com carne e grana, mas que nós não anotamos o nome, OBRIGADO.

Artistas que faltaram e não fizeram falta:

Meu Velho (estava bêbado em algum bar), Abelhão, Arranca, Rei e Rainha dos enrolado, Bery (esse fez falta), Seu Mimi (também), Micheal Jackson.

Aristas que queriam ir:

Babi, Jaime Brito (doidos pra falar no microfone).

 

Escrito por Tabajara às 13h28
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28/04/2009


Fórum Mundial “Churrasquinho de Gato”

Por uma proposta de solução para a crise mundial

 

O mundo atual propaga a “crise” em todos os recursos de mídia. Propagação esta que no fundo serve apenas para esconder o verdadeiro sentido da crise.

A concepção de humanidade experimentada ao longo dos séculos, baseada no acúmulo de riqueza – produto de interferências exageradas nos fenômenos naturais – estão levando as condições que mantém a vida em direção ao seu fim. Mesmo com todas as criações virtuais não conseguimos eliminar a sentença real que as condições que mantém a vida no planeta são esgotáveis e uma vez esgotando as possibilidades de existência humana, adeus humanidade, foi bom o quanto durou. Restará apenas o “mundo ideal” criando por Platão. Mas o que é o mundo ideal sem o mundo sensível.

Ao longo dessa “experimentação suicida”, baseada na produção de riqueza e o acúmulo exagerado dessa riqueza por uma minoria, foi-se criando o mundo dos refugiados, pobres, analfabetos, em outras palavras o mundo do churrasquinho de gato. Na periferia desse centro (europeu, branco e judaico-cristão) que está bem perto de explodir como uma bomba atômica está o mundo churrasquinho de gato, excluído dos valores produzidos pelo centro criando um mundo novo que ironicamente propõe uma verdadeira solução para crise apocalíptica que assola a humanidade. O churrasquinho de gato está em todos os espaços: África, Palestina, periferia dos Estados Unidos, Brasil, Índia, China, Afeganistão, França e Tibet.  Aqui nasce o debate do 1º Fórum Mundial Churrasquinho de Gato, propondo um novo mundo baseado na escassez, solidariedade, equilíbrio no caos e um diálogo com o hoje de forma mais sincera.

Traga sua cadeira e participe conosco da busca por uma sociedade Churrasquinho de Gato mais bem articulada e elaborada. Estarão presentes doutores, garis, mestres, professores, historiadores, banqueiros, jornalistas, donas de casa, pedreiros, médicos, engenheiros todos unidos neste ideal, será realizado no lugar onde o churrasquinho de gato é comercializado, na praça. É um encontro que reúne música, arte, cinema, poesia e toda e qualquer cultura alternativa em prol do fim da crise e inicio de uma nova ordem mundial. Faça parte da história, não perca.

Escrito por Tabajara às 19h37
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